Contra mim

2 de maio
Tenho, porém, contra ti que deixaste o teu primeiro amor.    (Apocalipse 2:4)
Quero trazer à memória o que me pode dar esperança.  (Lamentações 3:21)

Quando, às vezes, fico sem saber o que dizer, o que responder e como preencher um incômodo silêncio, pergunto a esse silêncio qual é a porta de saída, e a resposta demora, demora e demora...
E penso que a saída está na espera... Tenho que esperar até ouvir o som de nada, o som da ausência de todos os ruídos que, feito aves ou insetos invisíveis, em sobrevoos tentam me pousar no pensamento... E às vezes conseguem. Mas o pior é quando fazem ninhos...
Daí, eu parto numa jornada insólita, a fim de remover a sujeira, todo zinabre, tudo que só ocupa espaço e tempo e não tem qualquer utilidade...
Não havendo como fazer a limpeza, aí sim, busco nos arquivos da memória as ferramentas que já me foram úteis. Encontro. E torno a usar: são recuerdos de diálogos com o meu amado Criador. Palavras algumas vezes ditas em forma de canções, outras vezes não, e me remetem a momentos que valeram a pena viver e valem a pena recordar...
E decido, por fim, retornar à realidade que ora me cabe viver e preencher com pensamentos, palavras e atitudes que podem fazer diferença e promover o bem na vida dos meus amigos e irmãos.

Decottignies

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